Com o objetivo de contar histórias de impacto, conectando territórios a juventude periférica, o Instituto Criar, com o apoio da UNESCO, lança o edital de fomento “CONTANDO O FUTURO: EMPODERANDO JOVENS BRASILEIROS NO AUDIOVISUAL”.
Voltado para mulheres cisgênero, transgênero, travestis, homens trans e pessoas não binárias, de 18 a 35 anos, provenientes de território periférico da grande São Paulo, o edital contará com um laboratório de desenvolvimento de projetos para 30 iniciativas e apoiará 3 projetos de curtas-metragens de impacto, com R$ 60.000,00 para cada proposta vencedora, incentivando a criação de conteúdos autorais sobre temas sociais de interesse coletivo.
Cada projeto deverá contar com liderança e, no mínimo, 60% da equipe formada por pessoas com os recortes de gênero e faixa etária priorizados pelo edital.
Além do apoio financeiro para a realização dos curtas-metragens vencedores, as pessoas proponentes contarão com uma mentoria especializada.
Durante a execução dos projetos, a Usina Criar disponibilizará o empréstimo de equipamentos e ilhas de edição para as pessoas realizadoras contempladas pelo edital.
E AÍ, QUE HISTÓRIA VOCÊ QUER CONTAR PARA GERAR IMPACTO POSITIVO EM SUA COMUNIDADE E NO MUNDO?
Para acessar o edital na íntegra, com todas as regras de participação, CLIQUE AQUI!
Para se inscrever no edital, preencha o formulário disponível AQUI!
Os ANEXOS solicitados para realizar a inscrição estão disponíveis AQUI!
As inscrições para o edital se encerram às 23h59 do dia 17 de abril de 2026.
Também realizaremos um encontro para tirar dúvidas do edital, com Anna Lucchese, coordenadora do edital, e Kaila Teixeira, supervisora executiva do Instituto Criar. Será dia 25/03, às 20h, online. Não há necessidade de inscrição prévia neste caso, basta acessar o link da sala online AQUI!
Em caso de dúvidas, disponibilizamos um documento com perguntas e respostas sobre o edital, que pode ser acessado no F.A.Q. abaixo!
Se ainda tiver dúvida, entre em contato pelo e-mail projetos@institutocriar.org.
1. Qual é o objetivo do edital?
Apoiar 3 (três) projetos de curta-metragem de impacto positivo realizados por mulheres cisgênero, transgênero e travestis, homens transgênero e pessoas não binárias das periferias da Grande São Paulo.
2. O que é um curta-metragem de impacto positivo?
É uma obra audiovisual que pode ser usada como uma ferramenta de transformação por apresentar uma história que instiga a reflexão sobre um determinado tema, o qual demanda algum tipo de mudança social, cultural, política, ou outra. A obra pode apresentar possibilidades de ação ou trazer uma nova perspectiva ou informação sobre a questão tratada para auxiliar a análise do público.
3. Quem pode se inscrever?
Mulheres cis, trans e travestis, homens trans e pessoas não binárias, com idade entre 18 e 35 anos de idade, da territórios periféricos das Grande São Paulo, que sejam microempreendedoras individuais ou representantes de pessoa jurídica (sociedades limitadas, entre outras) com atuação nas áreas audiovisual, artística ou cultural.
4. Posso me inscrever como pessoa física?
Não serão aceitas inscrições de pessoas físicas, exceto (microempreendedor individual) MEI.
5. Posso usar a MEI ou a pessoa jurídica de um terceiro?
Não, a MEI/pessoa jurídica precisa ser da pessoa realizadora proponente.
6. Além da proponente, é possível dividir o valor referente ao repasse do edital em outra nota fiscal, no caso de MEI, com mais uma pessoa da equipe do filme?
Sim, caso essa segunda pessoa forneça a documentação exigida no edital para a formalização do contrato após a seleção.
7. Como a equipe do curta-metragem deve ser composta?
Além da proponente do projeto, a equipe deve ser composta por, no mínimo, 60% (sessenta por cento) de pessoas nos recortes de gênero e faixa etária indicadas no edital.
8. Qual é o valor do apoio financeiro?
Cada projeto selecionado receberá R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).
9. Qual o período de inscrição?
De 18/03/26 a 17/04/26.
10. Quantos projetos serão selecionados?
Serão selecionados 30 (trinta) projetos para a primeira fase de seleção, que corresponde a um laboratório de desenvolvimento de projetos. Ao final dessa etapa, serão escolhidas 3 (três) propostas para receber o auxílio financeiro.
11. Quais os critérios de avaliação na primeira fase?
I. Originalidade na abordagem do tema e na contribuição artística. Utilização de temáticas de interesse público e que promovam impacto (25 – vinte – pontos);
II. Perfil das lideranças/cabeças de área (direção, produção executiva, direção de fotografia, montador/a, direção de arte, roteiro), com recortes priorizados pelo edital – etário: 18 (dezoito) a 35 (trinta e cinco) anos; e de gênero: mulheres cisgênero, transgênero e travestis, homens transgênero e pessoas não binárias (20 – vinte – pontos);
III. diversidade e capacidade técnica de toda equipe que compõe a ficha técnica (15 – quinze – pontos);
IV. relação entre a pessoa proponente realizadora e a comunidade a ser retratada no curta (15 – vinte – pontos);
V. viabilidade técnica, cronograma e plano de trabalho (15 – dez – pontos); e
VI. pesquisa e desenvolvimento do projeto (10 – dez – pontos).
12. Como funcionam as etapas de seleção?
Na 1a (primeira) fase (“1a Fase”), o Instituto Criar nomeará a Comissão de Seleção de Projetos (“Comissão”), que será responsável pela leitura e análise de todos os documentos, arquivos e ANEXOS enviados pelas pessoas proponentes de cada projeto. Nesta fase a Comissão selecionará 30 (trinta) projetos para participarem do Laboratório de desenvolvimento de projetos.
Na 2a (segunda) fase (“2a Fase”), os 30 (trinta) projetos selecionados passarão pelo Laboratório, etapa obrigatória para a seleção final dos curtas-metragens que receberão os recursos para produção. O Laboratório terá duração de 30 (trinta) dias e acontecerá em 8 (oito) encontros online e 2 (dois) presenciais. Esta 2a Fase tem caráter formativo, mas também é eliminatória.
As pessoas representantes dos 30 (trinta) projetos selecionados devem ter disponibilidade para participarem dos encontros do Laboratório, que terá o seguinte cronograma (datas e horários preliminares):
● 13/05 – Quarta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 14/05 – Quinta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 20/05 – Quarta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 21/05 – Quinta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 23/05 – Sábado (Presencial) – das 14:00 às 18:00
● 27/05 – Quarta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 28/05 – Quinta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 10/06 – Quarta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 11/06 – Quinta-feira (Online) – das 19:30 às 22:00
● 13/06 – Sábado (Presencial) – das 14:00 às 18:00
Os 2 (dois) encontros presenciais do Laboratório acontecerão no endereço: Rua Três Rios, n.o 363 – Bom Retiro, no prédio da Oswald de Andrade. As salas e outras informações pontuais serão comunicadas pela equipe do edital às pessoas representantes dos 30 (trinta) projetos selecionados.
As pessoas representantes dos 30 (trinta) projetos selecionados para a fase do Laboratório se comprometem a participar dos encontros. A pessoa proponente
precisa ter o mínimo de 75% (setenta e cinco) de presença e participação ativa nos encontros. O descumprimento desta regra acarretará a desclassificação do projeto.
Durante os encontros do Laboratório as pessoas representantes dos 30 (trinta) projetos selecionados serão preparadas para um Pitching, que acontecerá ao final do processo. O Pitching consiste na apresentação concisa e persuasiva dos projetos participantes do Laboratório, com o objetivo de garantir a aprovação e seleção das 3 (três) iniciativas que serão contempladas.
O Pitching acontecerá em um evento presencial, em 20/06/2026. O Instituto Criar comunicará às pessoas representantes dos projetos o horário e o local para que possam se programar.
13. Quais os formatos de curta-metragem aceitos?
Ficção, documentário, animação, vídeo-arte, vídeo-dança, videoclipe, experimental, entre outros.
14. Qual a duração máxima dos curtas?
Até 8 minutos, incluindo créditos.
15. É permitido inscrever mais de um projeto?
Não. Cada realizadora pode inscrever apenas um projeto. Caso haja mais de uma inscrição, será considerada apenas a última.
16. Além do apoio financeiro de R$ 60.000,00 para cada projeto selecionado, o que mais o edital oferece?
Laboratório de desenvolvimento de projetos, acompanhamento com mentoras, equipamentos e infraestrutura da Usina Criar.
17. Quais são os requisitos técnicos das obras?
Classificação indicativa livre, som audível, trilha sonora licenciada ou autoral, acessibilidade (legenda, libras, audiodescrição) e resolução mínima de 1920×1080 pixels.
18. Quais documentos são obrigatórios para inscrição?
Dados da realizadora, proposta do curta, anexos como argumento, cronograma, ficha técnica, imagens, contrato social, CNPJ, RG e CPF.
19. Se a pessoa proponente do projeto não puder participar de algum encontro do laboratório, ela pode ser substituída por alguém da equipe?
Sim, será permitido que mais um membro da equipe participe dos encontros, juntamente com a pessoa proponente e, para encontros específicos de área, as diferentes lideranças serão convidadas a participar. Inclusive, orientamos que cada projeto tenha ao menos 2 representantes nos encontros, de modo a garantir representação nos encontros.
DATAS | AÇÕES/ATIVIDADES |
18/03 | Lançamento do edital |
18/03 a 17/04 | Período de Inscrições do Edital |
25/03 | Apresentação do Edital e Tira Dúvidas (Online) |
22/04 a 08/05 | Avaliação dos projetos pela Comissão de Seleção de Projetos - 1ª Fase |
11/05 | Divulgação da lista de selecionados para a 2ª fase - Laboratório de Desenvolvimento de Projetos |
13/05 a 13/06 | Período de Realização do Laboratório de Desenvolvimento de Projetos - 2ª Fase |
20/06 | Evento Pitching Presencial - 2ª Fase |
22/06 | Divulgação da lista final dos 3 projetos selecionados |
23/06 | Reunião de orientação para as realizadoras selecionadas e assinatura do ANEXO 9 |
24/06 | Prazo para envio da nota fiscal para pagamento do apoio financeiro à realizadora |
01/07 | Pagamento dos apoios financeiros |
01/07 a 30/09 | Período de Execução dos projetos |
30/09 | Entrega dos Curtas para o Instituto Criar |
*Cronograma sujeito a alterações pelo Instituto Criar | |
Este edital conta com recursos da UNESCO, por meio do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (IFCD).
Sobre o IFCD (Fundo Internacional para a Diversidade Cultural)
O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (IFCD) é um fundo de múltiplos doadores, criado pela UNESCO sob o Artigo 18 da Convenção de 2005 sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Seu objetivo é promover o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza nos países em desenvolvimento que são Partes da Convenção de 2005.
O Fundo apoia projetos para fomentar o surgimento de um setor cultural dinâmico, principalmente por meio da adoção de políticas e estratégias para proteger e promover a diversidade das expressões culturais, bem como fortalecer ações institucionais em prol de indústrias culturais robustas.
O IFCD promove a cooperação Sul-Sul e Norte-Sul-Sul, ao mesmo tempo em que contribui para alcançar resultados concretos e sustentáveis, assim como impactos estruturais no campo cultural.
Produtora e realizadora audiovisual com foco em cultura, educação e direitos humanos.
É formada em Produção e Política Cultural (Universidade Federal do Pampa), com especialização em ESG (SENAC) e formação livre em cinema pela ELCV de Santo André. Atua há mais de 15 anos no setor cultural e audiovisual, passou por instituições como Associação Cultural Kinoforum e Instituto Acaia.
Integrou coletivos como Corja Filmes, Cinema de Guerrilha e Nós, Madalenas. Atualmente, é articuladora de Inserção e Educação Continuada no Instituto Criar e sócia da Casa OJÔ.
Em 2023, foi premiada como relêvancia cultural na Lei Paulo Gustavo de Santo André. Em 2024, teve o projeto “Cartografia dos Sonhos Inacabados” contemplado pela Lei Aldir Blanc de Santo André.
Mestranda em Bens Culturais na FGV, pós-graduada em Produção Audiovisual (Anhembi Morumbi) e em Inovação, Empreendedorismo e Projetos na Economia Digital (Universitat de Barcelona), com MBA em Gestão de Projetos (USP).
Produtora cultural e realizadora audiovisual há 22 anos, é organizadora do livro Memórias de um São: Mapeamento e memória cultural da região de São Mateus.
Trabalhou por mais de 7 anos no MIS-SP e por mais de 6 anos na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo foi coordenadora da Casa de Cultura São Mateus, depois de todas as Casas de Cultura, edital de oficineiros e entre outros projetos e programas da Pasta.
Também foi membra de várias comissões avaliadoras de projeto e juri de projetos culturais. Hoje, é Co-diretora Executiva – Gestão e Impacto do Instituto Criar, onde foi aluna há 20 anos.
Sanara Santos é jornalista, comunicadora e diretora da Énois, organização do terceiro setor que atua na área da comunicação.
Nascida e criada na favela da Ilha, na zona leste de São Paulo, já produziu conteúdos para veículos como UOL, Intercept, Folha de São Paulo, Az Mina, Billboard Brasil e Gênero e Número.
Co fundadora da Transmídia, a primeira agência de notícias composta exclusivamente por pessoas trans, Sanara é a primeira mulher negra e trans a liderar uma organização de jornalismo no Brasil. Foi homenageada como jornalista pelo IJNet e também atua como diretora de fotografia.
Profissional de Produção Audiovisual com mais de 20 anos de experiência no setor, sendo os últimos 9 dedicados a empresas globais do entretenimento como The Walt Disney Company, Paramount, ViacomCBS e A+E Networks.
Especialista em produção executiva, gestão de equipes, orçamentos e cronogramas, dando suporte para criação e desenvolvimento de conteúdos originais.
Atualmente atua como Sr. Producer na Disney, supervisionando projetos estratégicos que unem criatividade e eficiência.
Sua formação inclui bacharelado em Rádio e TV pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduação em Produção Audiovisual pelo Centro Universitário Senac.
Construiu uma carreira sólida no audiovisual, iniciando no departamento de arte e, com o tempo, migrando para a produção, até alcançar a produção executiva. Atuou na Blues Content, onde produziu conteúdos para grandes canais do YouTube, como Pipocando e Giro Sky.
Viveu uma temporada em Los Angeles, onde teve contato com grandes produtoras e acompanhou de perto os bastidores do cinema internacional.
De volta ao Brasil, trabalhou na Paramount, participando da execução de eventos icônicos como o MIAW e o Meus Prêmios Nick.
Atualmente, é Senior Producer de Produções Originais na The Walt Disney Company, contribuindo para séries de sucesso como Amor da Minha Vida e Impuros, que vêm conquistando o público e fortalecendo o catálogo de conteúdos nacionais da Disney+.
Mãe, Publicitária, Cineasta, Curadora, Palestrante, Mentora, Criativa e atua no mercado de filmes publicitários e cinematográficos há 29 anos. Passou por produtoras como O2 Filmes, Sentimental Filmes, Conspiração Filmes, Academia de Filmes, entre outras. Fundadora da produtora Confeitaria Filmes e do África Br Contemporary Institute.
Já foi Júri do Gerety Awards, Ampro Globes Awards, Cannes Lions 2023, Young Lions e PPA. Atuou como Head da Produção Artística da Rede Globo. Dirigiu o premiado Estação Livre na TV Cultura, e também o Especial da Rede Globo filme documental Mães do Brasil 2021, entre outros.
É Diretora Vice-Presidente do Instituto + Mulheres Lideranças do Audiovisual Brasileiro. Mentora no Perifa Lions, voluntária no Grupo Mulheres do Brasil e Li.Belo.
Doutora em comunicação e mestre em artes, é documentarista, artista-pesquisadora e professora, trabalha há mais de 20 anos no mercado audiovisual, tendo se especializado em direção e montagem.
Atualmente, é professora do Centro Universitário Senac e coordenadora do Projeto “Elas Criam – Mulheres de Impacto”, do Instituto Criar.
Foi diretora do talk show “A Máquina” e dirigiu três séries de documentário na TV Gazeta. Em 2015, lançou seu documentário de longa-metragem “Identidade Cotidiana”, adquirido pelo Canal Brasil.
Passou por produtoras como Academia de Filmes, Big Bonsai e Farol Filmes, além de ter participado de trabalhos produzidos por emissoras como TV Cultura, Band e CNN Brasil.
Formada em Gestão Cultural, pelo SENAC/SP; em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas pela FAPCOM; e Assistência de Direção e Roteiro pelo Instituto Criar, de TV, Cinema e Novas Mídias (Turma 3).
Atua há mais de 15 anos com produção de eventos diversos. Foi dramaturga, diretora e produtora de diversos espetáculos entre 2011 e 2019. Educadora e Coordenadora Pedagógica no Projeto 1ª CENA (2011-2019). Oficineira de Produção Cultural, nas linguagens de Teatro e Audiovisual, na Casa de Cultura de São Mateus (2016) e no Centro Cultural da Vila Formosa (2021).
Atualmente faz parte do coletivo Cinemateus, está Supervisora Executiva no Instituto Criar e Diretora-Presidente no Instituto Usina dos Atos, organização social com atuação na zona leste de São Paulo.
É Natural do Amazonas, possui 15 anos de experiência em produção, passando por jornalismo, publicidade e audiovisual. Desde 2016, atua como produtora executiva e, em 2020, começou a se especializar em roteiro. Gerencia projetos culturais e sociais com foco em impacto social e diversidade.
É colaboradora da Taturana – Cine e Impacto Social, onde coordena projetos de formação em campanhas de impacto. Pela instituição, coordenou o Lab Taturana + Impacta Cine, coordenou as Comissões Brasileiras do Fórum Latino-americano de Cinema e Impacto Social (México e Colômbia) e apoia na produção do evento. Atualmente, também é responsável pelo curso Cinema e Ação, desde sua primeira geração, que acaba de iniciar uma nova edição neste mês.
É Coordenadora da comunidade de exibidores na Taturana, com mais de 10 anos de atuação no setor audiovisual. Especialista em distribuição de filmes com foco em impacto social, trabalha como produtora de impacto em lançamentos e campanhas de
mobilização para documentários na América Latina. Colabora com produções na Venezuela, Espanha e no Brasil e integrou a equipe da Taturana liderando campanhas de filmes e ações de mobilização nacional, em articulação com redes de exibidores e organizações da sociedade civil.
É Produtora Executiva e Criativa com 20 anos de experiência no mercado audiovisual. Lidera projetos de ficção e não-ficção para o mercado nacional e internacional, sendo produtora executiva na Maria Farinha Filmes e co-diretora executiva da Kilomba Produções.
Ao longo de sua carreira, produziu para diversos canais de TV e grandes plataformas de streaming, entre elas Netflix e Globoplay, tendo também se dedicado ao acinema do autor. Conta com importantes produções em seu portfólio, como os longas “Enterre Seus Mortos” de Marco Dutra, “Barba Ensopada de Sangue” de Aly Muritiba, “Racionais MC’s – Das Ruas de São Paulo para o Mundo” de Juliana Vicente, “Dentro da Minha Pele” de Toni Venturi e “O Estopim” de Rodrigo Mac Niven. No universo das séries, destaca as mais recentes “Segura Essa Pose”, “Quem Ela Pensa Que É”, “Todas as Cores do Brasil”, além de duas temporadas de “Quebrando o Tabu”. Entre os curtas, destacam-se “O Tempo é um Pássaro” e o aclamado “Kbela”, ambos de Yasmin Thayná, sendo este último eleito Melhor Curta-metragem da Diáspora Africana no AMAA Awards de 2017. Também da mentorias para projetos audiovisuais e cursos de formação.